sábado, 3 de maio de 2008

Capítulo III

Eva perguntou o que se passara a uma senhora que ali se encontrava a olhar para um vazio. Esta dissera-lhe que um senhor tinha sido atropelado.

- Boa, são atropeladas por ano cerca de 7300 pessoas, qual é o espanto?- balbuciou Eva ironicamente.

- Eu ouvi menina mas não pense que isto não foi uma tragédia! Foi o Charlie, o Charlie da loja de discos que foi colhido por um consutor que ia bêbado como um cacho! Pobre Charlie, estava todo ensanguentado... Não sei se sobreviverá... - disse a senhora enquanto as lágrmas lhe corriam pelo rosto engelhado.

- Não pode ser! Não pode ser! Como é possível? Isto não me pode estar a acontecer! O Charlie era tudo o que ainda me restava! Eu estou sozinha... Agora estou mesmo sozinha... - soluçou Eva.

A senhora abraçou-a e acompanhou-a até casa. Fez-lhe chá. Eva contou-lhe a sua história. A senhora ouviu-a e consolou-a. Eram quase 4 da manhã quando o telémovel da senhora tocou. Ela foi atende-lo e o pior tinha contecido: Charlie não tinha resistido e havia morrido há poucos minutos. A senhora contou a Eva. Por entre soluçoes e gritos de dor, Eva mentalizou-se da sua situação.
Fez-se o funeral onde compareceu uma pequena multidão de pessoas.

Passaram 7 dias e 6 meses da morte de Charlie. Passaram também 7 dias e 6 meses desde que Eva falou com alguém. Simplesmente fechou-se em casa. Saía apenas para comparar comida, para pagar as contas e para ir para o emprego, quando ainda trabalhava. Estava desempregada há 2 semanas. Sentia-se desiludida e traída. Começou a fumar. A figura de Charlie não lhe saía da cebeça. Afinal de contas ele era o seu pai! Passaram 8 meses da morte de Charlie até que Eva teve coragem para ir até ao café de Phoebe. Jantou sozinha. Tomou um duche rápido, vestiu umas calças de ganga desbotadas e uma t-shirt branca. Calçou as habituais all star verdes. Pegou no casaco que estava em cima da cama e saiu.

Chegou ao café poucos minutos depois de ter saído de casa. Sentou-se na sua mesa habitual. Pediu um capuccino. Phoebe serviu-a e tentou animá-la, mas sem sucesso. Eva bebeu o capuccino calmamente, equanto fumava o seu cigarro, quando ouviu a porta da entrada bater. Tinha entrado um rapaz mais ou menos com a sua idade. Viu-o abraçar Phoebe e depois viu Phoebe conduzi-lo até á sua mesa.

- Eva tenho uma pessoa para te apresentar! - anunciou Phoebe com um grande sorriso.

- Phoebe já falámos sobre esse tipo de "apresentações". Nunca dão resultado... - disse Eva com ar péssimista.

- Mas vai ser diferente. Eva este é o Joshua, o meu filho! - respondeu phoebe

Eva olhou incrédula!

3 comentários:

Alguém que quer o teu bem.. disse...

Precisas de melhorar bastante a escrita e a coesão lexical!! Coisas que não fazem sentido são aos molhos!! Em cada capítulo não tem que haver uma revelação XPTO..

Melhoras..

Anónimo disse...

Porque parou?

Carolina disse...

Escreves muito bem *